A História do Dia das Mães

O Dia das Mães é celebrado um pouco por todo o mundo, embora se comemore em datas diferentes. Neste dia especial, as mães são alvo da atenção dos seus filhos que lhes querem demonstrar o seu carinho e apreço, ou simplesmente aproveitar para lhes agradecer por fazerem parte da sua vida.

Mas você sabe como surgiu a ideia da comemoração de um dia especialmente dedicado às mães tal como o fazemos atualmente?

O Primeiro dia da Mãe

a-historia-do-dia-das-maesFoi Anna Jarvis dos Estados Unidos da América, que em 1904 após a morte da sua mãe procurou uma forma de a homenagear e assim tornar imortal a sua imagem. A sua ideia chamou a atenção da Igreja de Grafton que três anos depois celebrou a primeira missa em honra de todas as mães, reunindo família e amigos. Por essa ocasião, Anna Jarvis enviou 500 cravos brancos para a igreja, símbolo das virtudes da maternidade. Ao longo da sua vida, Anna enviou mais de 10.000 cravos para a igreja de Grafton, encarnados (cor próxima do vermelho) para as mães que ainda vivessem e brancos para as que tinham já falecido. Os cravos são hoje em todo o mundo um símbolo de pureza, força e resistência das mães.

Este gesto teve grande aceitação por parte da comunidade, de tal forma que os seus apoiantes escreveram a pessoas influentes a pedir o decreto de um dia dedicado às mães, suporte da família e nação, a nível nacional.

Em 1914 foi então oficialmente declarado pelo presidente Woodrow Wilson, o primeiro “Dia da Mãe” no 2º Domingo de Maio.

É assim que praticamente em todos os países se celebra um dia especial dedicado à homenagem daquela que nos pôs no mundo: a nossa Mãe. No Brasil este dia continua a ser celebrado no 2º Domingo de Maio, enquanto em Portugal celebra-se no 1º.

Antecedentes Históricos

Alguns historiadores relatam que o dia das Mães está associado a antigas festividades da Grécia antiga ou de Roma, nas quais se honrava a mãe dos respetivos Deuses.

Na Inglaterra no século XVII era também celebrado o Domingo da Mãe ao 4º Domingo de Quaresma, que tinha como intuito homenagear todas as mães Inglesas. Assim, os trabalhadores que trabalhavam longe de casa e moravam com os patrões, tinham este dia de folga para regressar a casa e passar o dia com as mães.

Também no Cristianismo se viu influências desta comemoração, quando se celebrava a “Igreja Mãe” caracterizada por uma força espiritual que lhes dava vida e protegia do mal, ao que as pessoas confundiram a celebração com o Domingo da Mãe, e passaram não só a homenagear a Igreja, como também as suas mães.

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Naturalmente que as nossas mães merecem o nosso afeto todos os dias, mas com o ritmo de vida atarefado sob o qual vivemos hoje em dia, há que saber aproveitar da melhor forma o “Dia da Mãe”. Este dia especialmente dedicado a elas serve para nos lembrar de lhes fazer uma surpresa diferente ou as mimarmos ainda mais.

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